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Conheça a história do treinador Juscelino Lopes Magalhães

Atualmente ele treina os animais do A&L Rancho e tem orgulho de fazer parte dos associados ATBPA!

Vamos conhecer hoje a história do mineiro Juscelino Lopes Magalhães, que já foi paulista e hoje o Pará é sua casa.

Começou sua trajetória como tratador, passou a assistente de treinador e indo em busca de seus sonhos e objetivos, se tornou um treinador.

Confira a entrevista completa:

 

 Juscelino no Grand Prix Haras Raphaela 2020

 

Nome: Juscelino Lopes Magalhães

Natural de: Arinos/ MG

Reside em: Parauapebas/PA

Haras: A&L Rancho

Como começou no meio equestre?

 R: Comecei em Brasília, no Haras Saguarema, onde eu tive a oportunidade de conhecer a modalidade dos Três Tambores. Inicie como tratador e depois virei assistente do treinador que tinha lá na época, o Valdir. Ele foi quem deu a oportunidade de começar nos três tambores. Em 2008 fui pra SP trabalhar de assistente com o Ditinho, fiquei nove anos e ali aprendi toda a minha base de treinamento.

Quais seus principais títulos?

R: Eu já ganhei vários títulos, porém o mais importante foi em 2011, que fiquei em terceiro lugar no Potro do Futuro ABQM na Profissional Light. Esse título é inesquecível, porque meu sonho era correr um Potro Do Futuro Da ABQM. Outro que marcou foi em 2016, quando fui reservado campeão na Copa Brasil na Profissional  Light .

Quais as principais provas que você participa?

R: Hoje eu participo do Campeonato da ATBPA, Campeonato Copa Carajás e do Gran Prix no Haras Raphaela.

Qual seu menor tempo em pista?

R: Meu menor tempo é 17 098

Quem são suas referências no treinamento?

R: É o Ditinho Marciano e o Valdir Antônio dos Santos, pois foi com eles que aprendi toda minha base de treinamento.

Quais os cavalos que monta e treina hoje?

R: Brisco Times, Jiggs Bee Dee, Flit Ta Fame, Real Ta Fame e Bee Bee Ta Fame, entre outros.

Qual cavalo mais marcou sua carreira?

R: Brisco Times, esse cavalo me marcou muito, foi o primeiro cavalo de tempo baixo que eu peguei para treinar, isso no começo da minha carreira solo. Foi um cavalo que aprendi muito com ele!

 Como é fazer parte da ATBPA?

R: Para mim é um orgulho! É uma associação que faz provas boas e organizadas.

Quais seus projetos no esporte?

R: Continuar treinando firme, sempre correndo atrás de melhorar cada vez mais os resultados dos animais. E me dedicar mais em treinar cavalos para jovens e amadores, que são os que fomentam o nosso esporte.

Fotos: Capa Anderson Moreira/ Interna : Hugo Lemes 

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